Com o dia dos namorados no horizonte, e com o frio do Inverno a manter-se por mais uns tempos, pareceu-nos que seria bom aquecermo-nos à luz deste tema. E a Catarina ofereceu-nos uma conversa de vistas largas, com o lusco-fusco a fazer-se personagem importante, a lembrar-nos que um namoro é sempre uma entrada num grande mistério: no início, embalado e iluminado pelo fascínio; mas depois, progressivamente, a exigir outras luzes que reavivem a relação.
Por vezes, parece que a relação a dois paira sobre as águas do rio; outras vezes, corre como um eléctrico, zunindo, trepidando e faiscando pela calçada do Castelo abaixo. Haverá outros momentos mais exigentes, de subida, ou paragem, ou distância, ou escuridão completa; e esses só os atravessam os casais que aprendem a passar pelo ciclo de encontros-desencontros-e-re-encontros que constitui a relação de amor.
Hoje agradecemos à Catarina as pistas que nos deixou. Na próxima edição teremos o testemunho de outros namorados, já diplomados na escola da vida e do namoro.
2012-02-02 00:31:13 Exemplo Vasco (Pai), Leça Muitos parabéns à Catarina...e ao João Delicado sj
Já comecei a fazer circular este vídeo na internet ...um bom exemplo...
2012-02-01 20:19:58 micas, Anadia Parabéns à Catarina pela clareza de ideias e de expressão dum sentir que é difícil de explicar. Julgo que é mesmo este o sentido do namoro. obrigada